sábado, 21 de julho de 2007

A vida

01:54 a.m. 21/07/2007

Tenho vontade de escrever, mas não me inspiro com nada. Será que precisa mesmo estar triste para se inspirar?, ou será que tenho que estar feliz demais?

Coisas estranhas! A vida é estranha, mas ela é legal! A vida é como a gente quer, cheia de surpresas. A vida nos ensina, nos faz pensar, pensar, pensar, e, errar, é aí que aprendemos. Nada como um erro após o outro, um aprendizado após o outro, e um acerto atrás do outro. É... a vida nos ensina... Será que a gnte ensina a vida? Que nada! Tô viajando! A vida não tem o que aprender, é ela que sabe resolver todos os problemas que damos a ela ou será ela quem nos traz problemas o tempo todo? Já entendi! Os nossos problemas da vida são como os problemas da matemática; e a vida é o nosso professor de matemática, nos dá o problema para que aprendamos com ele! Porém, há uma diferença entre esses problemas, na matemática você passa a borracha e resolve de novo, e de novo, e de novo, até que acerte; na vida você não resolve o mesmo problema várias vezes, um erro e tudo vai por água abaixo. A vida exige demais da gente.

quarta-feira, 18 de julho de 2007

Feliz! =D

No meu ultimo post, disse que estava ansiosa para ver o resultado da ETE, e que saía na quinta-feira. Pois é. Saiu. E por incrível que parece a minha internet deu pau!, justo no dia de ver o resultado! PQP! Mas pra tudo dá-se um jeito. Então, fui eu, Leila, na casa da Jéssica para ver o resultado, eu realmente estava ansiosa, até o coração bateu diferente naquele momento, fui lendo os nomes, e lá estava, Leila Carina Gobbo, 36.30 pontos, 7º lugar, fiquei feliz! Passei! Jéssica me deu os parabéns e um, singelo, abraço (importante saber que minha melhor amiga torce por mim). Agora as aulas começam na semana que vem, no dia 24, tudo vai ficar mais difícil a partir de agora. Cada vez mais sinto que terei que estudar muito. Se o colegial de manhã já me estressava, imagine um colegial de manhã e um técnico a tarde... é... o stress vem por aí...
Aprendi, que nada na vida se consegue com uma simples vontade, vc tem que ter força de vontade, é isso que te faz lutar pelo que você quer de verdade.

...

quarta-feira, 27 de junho de 2007

Navio Negreiro

Navio Negreiro

Pobre Negreiro, perdido estava, naquele mar descontrolado, nervoso com toda aquela tempestade e ventania.
Mal sabem, os que ali estão, que nem cor, nem raça mudarão o fato de que ninguém se salvará. E os que estão apenas para sofrer preferem no mar morrer, a surrado e humilhados por aqueles que tudo têm e tudo podem.
“Do espanhol as cantinelas / Requebradas de langor”, “Da Itália o filho indolente / Canta Veneza dormente / - Terra de amor e traição”, “O inglês – marinheiro frio / Que ao nascer no mar se achou”, “O francês – predestinado - / Canta os louros do passado / E os loureiros do porvir”, e do Negro?, o que é que se diz?, e as virtudes dele? Oh, Céus!, o que é que a riqueza e o poder não fazem com uma pessoa? Faz-se o verdadeiro inferno. Dançando e cambaleando, apanhando e sendo surrado, em meio d’um mar de sangue, tanto sangue, não havia como fugir. Homens, mulheres, crianças mortas de fome, todos apanhando, sofrendo, sem motivo algum, bastava serem negros. Música?, ali não havia, ouviam-se gritos, o estalar de cada chicote em cada um daqueles, ouviam-se também, risos, por sinal, muito irônicos. Pobres coitados, aqueles simples, fortes e bravos, e hoje, meros escravos, sem a mínima chance de uma simples reação, um simples falar e tentar entender tudo aquilo que se passava.
Era melhor que tudo acabasse por ali mesmo, não era mais suportável tudo aquilo. Logo acabou-se tudo, o mar os fez pagar, mas levou vários outros juntos, e não restou ninguém pra nos contar o que naquele dia teve que passar.

Co-autora: Leila

sábado, 12 de maio de 2007

Se se morre de amor

Se se morre de amor

Se se morre de amor! -Não, não se morre,
Quando a fascinação que nos surpreende
De ruidoso sarau entre os festejos;
Quando luzes, calor, orquestra e flores
Assomos de prazer nos raiam n'alma,
Que embelezada e solta em tal ambiente
No que ouve, e no que vê prazer alcança

Simpáticas feições, cintura breve,
Graciosa postura, ponte airoso,
Uma fita, uma flor entre os cabelos,
Um quê mal definido, acaso podem
Num engando d'amor arrebatar-nos
Mas isso amor não é; isso é delírio,
Devaneio, ilusão, que se esvaece
Ao som final da orquestra, ao derradeiro
Clarão, que as luzes, ao morrer despedem:
Se outro nome lhe dão, se amor o chamam,
D'amor igual ninguém sucumbe a perda

Amor é vida; é ter constantemente
Alma, sentidos, coração - abertos,
Ao grande, ao belo; é ser capaz d'extremos,
D'altas virtudes, té capaz de crime!
Compr'ender o infinito, a imensidade,
E a natureza e Deus; gostar dos campos,
D'aves, murmúrios solitários;
Buscar tristeza, a soledade, o ermo,
E ter o coração em riso e festa,
E a branda festa, ao riso da nossa alma
Fontes de pranto intercalar sem custo,
Conhecer o prazer e a desventura
No mesmo tempo, e ser no mesmo ponto
O ditoso, o misérrimo dos entes
Isso é amor, e desse amor se morre!

Amar e não saber, não ter coragem
Para dizer que amor que em nós sentimos;
Temer qu'olhos profanos nos devassem
O templo, onde a melhor porção da vida
Se concentra; onde avaros recatamos
Essa fonte de amor, esses tesouros
Inesgotáveis, d'ilusões floridas;
Sentir, sem que se veja, a quem se adora;
Compr'ender, sem lhe ouvir, seus pensamentos,
Segui-la, sem poder fitar seus olhos,
Amá-la, sem ousar dizer que amamos,
E, temendoroçar os seus vestidos,
Arder por afogá-la em mil abraços:
Isso é amor, e desse amor se morre!

Se tal paixão porém em ti transborda,
Se tem na terra o galardão devido
Em recíproco afeto; e unidas, uma,
Dois seres, duas vidas se proucuram,
Entendem-se, confundem-se e penetram
Juntas - em puro céu d'êxtases puros:
Se logo a mão do fado as torna estranhas,
Se os duplica e separa, quando unidos
A mesma vida circulava em ambos;
Que será do que fica, edo que longe
Serve às borrascas de ludibrio e escárnio?
Pode o raio num píncaro caindo
Torná-lo dois, e o mar correr entra ambos;
Pode rachar o tronco levantado
E dois cimos depois verem-se erguidos,
Sinais mostrando da aliança antiga;
Dois corações porém, que juntos batem
Que juntos vivem - se os separam, morrem;
Ou se entre o próprio estrago inda vegetam,
Se aparência de vida, em mal, conservam,
Ânsias cruas resumem do proscrito,
Que busca achar no berço a sepultura!

Esse, que sobrevive à propria ruína,
Ao se viver do coração - às gratas
Ilusões, quando em leito solitário,
Entre as sombras da noite, em larga insônia,
Devaneando, a futurar venturas,
Mostra-se e brinca a apetecida imagem;
Esse, que à dor tamanha não sucumbe,
Inveja a quem na sepultura encontra
Dos males seus desejado termo!

Gonçalves Dias

quinta-feira, 10 de maio de 2007

Depois de eras...

Baaaaahhh
Eu tenho preguiça de postar aqui sempre... é chato xD

Eu tô com uma vontade louca de aprender a tocar teclado
Cada vez mais vejo pessoas tocando
É tão lindo *.*

Por falar em teclado....
A Marina comentou no meu blog *.*
\o/

Ontem fez um frio desgraçado
Foi tão boooom
=D

Hoje teve aula de português, adoro as aulas de português, ainda mais qdo a professora conta histórias, cada livro que ela conta na sala me dá vontade de ler. Hoje, além de contar um livro inteiro pra gnte, ela nos deu um conto pra ler, onde o cara era um psicopata, o cenário era um cemitério, onde ele queria levar a moça para ver o pôr do Sol mais lindo da vida dela. É, o Sol sumiu pra ela, e na escuridão viveu pra sempre.

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São Paulo, 29 de abril de 2007

Dizem que a leitura e a escrita são muito importantes para o desenvolvimento da inteligência (ou do cerebro, como preferir) das pessoas, ajuda na fala, em como se expressar, e no modo de ver a vida...

Sou péssima para redações. Minha professora de geografia disse: "Não comece redações com 'Eu acho'", Expressar a minha opinião se acharem que é a minha opinião, e sim a de muitos, isso que entendo da frase dela.

Minha mãe faz um curso online chamado "Leitura e Escrita", ela é uma dos poucos professores de matemática, muitos são de português e ela tem uma dificuldade maior do que seus colegas, ela sente que os outros escrevem muito melhor que ela, usam palavras difíceis e além de tudo os "professores" exigem muito, fazendomuitas observações. Acreditem ou não o curso tem feito muito bem pra ela, hoje em dia ela se expressa muito melhor.

Adoro ler livros... Livros de vários tipos, alias, quase todos, só não gosto muito de ficção, não gosto de ser enganada pelos livros, acreditar em algo que não existe, isso me frusta, asim como fascina muitas pessoas, mas são muitas mesmo, acho que a maioria, não entendo como.

Concluindo, não cheguei a nada, talvez você, mas não eu, continuo na mesma, alias, nem lembro mais o que é que eu queria dizer lá no início do texto.

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Bye! o/
Bejos!
;*****

sexta-feira, 27 de abril de 2007

Quanto tempo...

Um blog abandonado...
Não tenho paciência pra atualizar mais nada. Eu abandonei o fotolog tbm. Outro dia eu tava feliz e atualizei.

Foi logo depois do show do Evanescence. O show foi foda! Inesquecível! Ficar lá na fila o dia inteiro, passar fome, gastar moh grana com água, estar com o ouvido e a garganta doendo... É eu tava assim... Mas tudo correu bem e valeu a pena passar por tudo! =D
Estávamos... Guilherme, Douglas, Jéssica e eu =D

Bejooooos!
;******

segunda-feira, 2 de abril de 2007

I-Juca Pirama

I-Juca Pirama

I-Juca Pirama dormia de pijama,
Gostava do macio,
Mas não dormia em sua cama;
I-Juca Pirama, um índio bacana.
Que não gostava muito de banana,
Só queria provar para o mundo
Que não temia nem se escondia
Debaixo da cama.

Em sua vida nem tudo era engraçado,
Pois seu pai era cego e fraco,
Dormia, comia e vivia ajudado,
Por seu filho corajoso e amado;
Muito índio não entendia,
O que o pai de I-Juca tinha,
O que todo mundo sabia,
Era que ele sofria.

Sua tribo de bravos guerreiros,
I-Juca luta com seus companheiros,
Enfrentam lutas e guerras sangrentas,
Sem temer a morte violenta,
E o som do vento ao amanhecer,
Consegue animá-los antes do entardecer,
Sua tribo de bravos guerreiros,
I-Juca vive com seus companheiros.

Um belo dia I-Juca foi caçar,
Para fazer um belo jantar,
Mas mal sabia ele,
Que uma armadilha iria encontrar;
Para casa ele não voltou,
E seu pai logo se preocupou;
A noite caiu adentro
E com ela veio o tormento.

Pelos Aimorés ele foi pego
Contra eles, lutou sem medo;
Porém pelo cansaço foi vencido
E o sacrifício era seu destino;
Mas, ao de seu velho pai lembrar
Uma lágrima escorreu de seu olhar;
Seus inimigos decidiram
Que um covarde não seria servido.

“Você chorou na frente do inimigo
Pois preferia que tivesse morrido;
Na frente do inimigo você chorou,
Regras e tradições você desonrou;
Pois meu filho, não mais serás,
E pela Terra está destinado a vagar;
Sozinho nas noites sombrias
Viverás o resto de sua vida.”

Seu pai mal-agradecido
Amaldiçoou seu filho querido
Não entendeu que o seu penar
Foi por seu pai a quem vivia a cuidar
Inconformado pela ingratidão
Saiu enraivecido pela escuridão
E mais uma vez em seu caminho,
Encontrou-se sozinho na tribo inimiga.

Morrer era mesmo o seu destino;
I-Juca Pirama estava sozinho;
Ao rever os inimigos Aimorés,
Resolveu lutar para esquecer
Que seu pai preferia lhe ver morrer
E ao verem a coragem de I-Juca ao lutar
Viram que erraram ao de covarde lhe chamar
I-Juca Pirama foi reconhecido e o sacrifício foi o seu destino.

Esta é a estória de I-Juca Pirama
Um índio bacana,
Que não gostava muito de banana.

Co-autores: Darwin, Jullyse, Leila, Natan e Pablo

Eu

Minha foto
São Paulo, São Paulo, Brazil
Fã de Evanescence. Fã de Dream Theater. E fã de Pain of Salvation :)

Livros

  • Gibis =D
  • A Espiã - Louise Fitzhugh
  • Os Crimes ABC - Agatha Christie
  • O Mistério dos Sete Relógios - Agatha Christie